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São Tomé

O Postal (quase) perfeito

Sobre o arquipélago de São Tomé e Príncipe já quase toda a gente ouviu falar, viu uma foto, leu uma reportagem ou um livro (Equador, escrito por Miguel Sousa Tavares, passado no território é uma das obras mais bem-sucedidas de sempre no mercado editorial português), ainda assim, é difícil perceber a verdadeira beleza do país. Porque, é sabido, o paraíso que tantas vezes é descrito nos livros e nos filmes nem sempre tem reflexo na realidade. Ou é um destino paradisíaco, sim, mas está repleto de turistas, filas e com preços proibitivos. 

São Tomé pode ser a excepção. São Tomé é uma terra pobre, imperfeita – não há países perfeitos – mas continua a ter o melhor dos dois mundos em termos turísticos. São dezenas e dezenas de praias de sonho um pouco por todo o território (seja na ilha principal, São Tomé, ou no Príncipe), sendo que a maior parte delas estão desertas ou pouco frequentadas. Mesmo no Verão. Um país seguro, com um custo de vida muito acessível e uma vegetação densa, tropical, luxuriante, repleta de árvores de fruto. Aliás, tudo o que é fruto exótico pode ser encontrado aqui. Entre elas o cacau, é claro – afinal, chegaram a ser o maior produtor de cacau do mundo! E produtores de café.

Se é verdade que muitas roças estiveram décadas votadas ao abandono, algumas delas têm agora uma nova vida. Locais de sonho como a roça de S. João dos Angolares, recuperada e dinamizada pelo chef João Carlos Silva – carismático apresentador do programa Na Roça com os Tachos – que possui alojamento de charme e cozinha de eleição. Mas há mais: a Roça Monte Café, onde actualmente se produz café biológico e na qual é possível também encontrar um museu, restaurante e uma pequena guesthouse; ou da Casa Museu Almada Negreiros, onde nasceu Almada Negreiros, também com alojamento e restaurante. Ambos espaços geridos por jovens da terra, não fosse este um dos países com uma das populações mais jovem do planeta. E das mais simpáticas – leve-leve é o cumprimento oficial.

Simpatia que se sente assim que se aterra na capital, São Tomé, cidade onde vive um terço da população do país, mas que continua a conservar uma paz, vista e serenidade totais. De frente para o mar.

Antes de fazer as malas:

Não há épocas “proibidas”. O clima é bom durante todo o ano, se bem que na estação fresca, de Setembro a Maio, seja (ainda) mais convidativo.

A média anual de temperatura é de 29°C máxima e de 21°C mínima. Há duas estações: estação fresca (Setembro a Maio) e estação de seca (Junho a Agosto).

Menos uma hora do que em Portugal continental.

187 mil no arquipélago; São Tomé (capital): 56 mil.

1,001 km².

Dobra: 1 euro: 24.500 dobras STD.

Português.

Passaporte com 6 meses de validade. Não é necessário visto para estadias inferiores a 15 dias. 

Não há vacinas obrigatórias.

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