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Maputo

(Provavelmente) o melhor pôr do sol do mundo

Em Angola chama-se pano, na Zâmbia e Namíbia é conhecido por kitenge, em Moçambique por capulana. Um tecido com várias funções, seja para carregar crianças, usada como toalha ou peça de roupa, que entrou em África pela primeira vez no século IX, precisamente por Moçambique.

E poderá um tecido ser representativo de um país e até de um continente? Pode. Porque é sinónimo de alegria, leveza, uma série de padrões e de cores reunidas num corpo só. É isso África. É isso Moçambique. Um país que, apesar de uma natureza nem sempre dócil, nunca perde o sorriso.

É também essa natureza que faz com que seja um dos destinos africanos mais diversificados, rico em fauna e flora e com vários tipos de vegetação. A costa é, já se sabe, um dos seus tesouros maiores, com um sem número de praias (e ilhas) de sonho e águas cristalinas – é aqui que encontramos verdadeiros paraísos naturais como Bazaruto, a praia do Tofo ou as Quirimbas; o Parque Nacional de Gorongosa é outro deles, porventura a maior história de restauração da vida selvagem em África.

A verdade é que nem sempre se dá a devida atenção a Maputo. Um erro. Vale a pena descobrir esta cidade com um milhão de habitantes. Uma cidade tranquila, com um ritmo lento, boa para andar a pé, que não se insinua e vai conquistando os visitantes aos poucos. E que, guarda, também ela, os seus tesouros.

Locais como a antiga Estação Central de Caminhos de Ferro, edifício de 1916 cuja autoria da cúpula central é muitas vezes atribuída a Gustave Eiffel; a Feira Popular, sítio improvável, mas onde se comem os melhores pratos de comida moçambicana; o Mercado Central, na baixa, um belíssimo edifício colonial, de 1901, perfeito para comprar piri-piri ou caju – não há caju como este, seja no mercado ou na rua; na rua ao lado do mercado fica a Casa Elefante, uma espécie paraíso das capulanas – juntamente com a FEIMA, uma feira permanente de artesanato localizada no Jardim do Parque dos Continuadores. Até porque não é possível ir a Maputo e não comprar capulanas.

Isso e ver o sol a desmaiar no Índico. O melhor pôr-do-sol mundo, dizem os locais. Talvez não seja exagero.

Antes de fazer as malas:

Entre Maio e Novembro.

Tropical seco.

Mais duas horas do que em Portugal continental.

1 milhão de habitantes.

346,8 km².

Metical.

Português.

Passaporte válido e visto. Deve ser pedido na embaixada.

Aconselhável a vacina contra a febre amarela e profilaxia da malária.

Ver para crer:

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