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Luanda

Uma cidade de contrastes virada para o futuro

Ainda no avião, com a beleza da baía de Luanda e as formas da cidade a insinuarem-se pela janela, percebe-se, desde logo, que se está prestes a aterrar num destino especial. Uma cidade com contrastes e assimetrias, como qualquer grande cidade, mas com uma localização, beleza e energia difíceis de igualar.

Energia será mesmo uma das palavras-chave da capital angolana. Apesar de uma guerra civil que deixou marcas, sente-se uma vitalidade surpreendente. Faça chuva ou faça sol não há dia em que não haja festa. Música. Dança. É quase impossível passar pela cidade sem ceder aos encantos do Kuduro, mas também a géneros bem mais tradicionais como a Semba ou Rebita (ou Massemba) recentemente declarada Património Cultural Imaterial Nacional.

Há vida para além da festa, naturalmente. Luanda é cidade de trabalho, de negócios, mas também um destino turístico em crescimento, com cada vez maior oferta em termos gastronómicos (não há muamba de galinha como aqui), uma forte vida cultural e, sobretudo, uma paisagem que poderá apanhará muita gente desprevenida. A relação com o mar é omnipresente, seja na Ilha de Luanda – língua de areia com sete quilómetros repleta de bares e restaurantes – ou no Mossulo, um pequeno paraíso à distância de uma curta viagem de barco. Uma península com 30 quilómetros repleta de praias de areia branca e águas cálidas.

Um postal vivo, tão belo quanto inexplorado, à semelhança de muitos outros locais da Província de Luanda e no próprio país, que ficam a uma curta viagem de distância de carro, por estradas ao nível da norte da Europa,  e merecem igualmente uma visita. Falamos de sítios como a barra do rio Kwanza ou o Miradouro da Lua, um dramático conjunto de falésias, ambos a sul de Luanda, ou o Parque Nacional da Quissama, um ainda desconhecido paraíso de vida selvagem, da qual fazem igualmente parte locais ideais para prática do surf, como o Cabo Ledo.

“Angola é um país virgem. Muito virgem.” disse recentemente Bulut Bagci (presidente do Fórum Mundial do Turismo durante o fórum anual que, em 2019, decorreu na capital angolana) perspectivando um futuro risonho para o país nesta área. Um país e uma cidade apaixonantes que, mais do que uma segunda oportunidade, apenas precisam de uma primeira visita.

Antes de fazer as malas:

Todo o ano, mas preferencialmente de Maio a Outubro.

Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 19 °C a 30 °C e raramente é inferior a 18 °C ou superior a 32 °C.

Mesma hora do que Portugal continental.

2,5 milhões de habitantes.

2.455 km².

Kwansa.

Português.

O visto é obrigatório, mas já é possível solicitá-lo online. Demora cerca de 8 dias úteis a ser emitido e custa cerca de 109 euros.

Vacina febre amarela obrigatória e profilaxia da malária.

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